Fórum Estadual do Maranhão

  • Noticias

  • Agenda

  • Biblioteca

  • Contato

Notícia

08/03/2017 00:43:43 - Atualizado em 08/03/2017 07:09:38


FEPETIMA ASSUME A VICE PRESIDÊNCIA DO COETRAE

Reunião da Comissão Estadual do Trabalho Escravo (COETRAE), órgão colegiado da Secretária de Estado dos Direitos Humanos e Participação Popular (SEDIHPOP).

O Fórum Estadual de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (FEPETIMA) representanto pela Secretária Executiva, Poliane Mendes e o Assessor de Comunicação, Marcos Japi participaram nesta terça-feira (07) de março de 2017, da reunião da Comissão Estadual do Trabalho Escravo (COETRAE), órgão colegiado da Secretária de Estado dos Direitos Humanos e Participação Popular (SEDIHPOP). A reunião aconteceu na sala de reunião da vice-governadoria.

À COETRAE será presidida pela SEDIHPOP, representada pelo Secretário, Francisco Gonçalves à vice-presidência será do FEPETIMA, representada pela Secretária Executiva, Poliane Mendes. Representando a Sociedade Cível terá ainda o Centro de Defesa da Vida de Açailândia e a Comissão Pastoral da Terra (CPT). O FEPETIMA na condição de Vice-Presidente coordenou uma parte da reunião com a saída do Presidente para uma agenda de compromisso.

“Colocamos o FEPETIMA a disposição da COENTRAE, não poderíamos perder essa oportunidade, será muito bom para inserir a temática do trabalho infantil e a proteção do trabalhador  adolescente nas ações de combate ao  trabalho escravo” disse a Secretária Executiva do FEPETIMA, Poliane Mendes. 

Fonte: Ascom FEPETIMA


Deixe seu comentário

Login

Comentários (0)

Destaques

Trabalho infantil é tema de programa televisivo

Diálogo Brasil discute, com participação do FNPETI e do governo, aumento do trabalho infantil na faixa de 5 a 9 anos

Crianças e adolescentes lideram denúncias de violações dos direitos humanos

De acordo com levantamento do Disque 100, de 133 mil denúncias, 76 mil se referiam a pessoas com menos de 18 anos

Bebê de 3 meses é internado com hipotermia após gravar novela

Situação é inadmissível, configura trabalho infantil e exige a responsabilização de todos os envolvidos, alerta o FNPETI

Mais de 60% dos jovens fora da escola no Brasil têm de 15 a 17 anos

O salto no índice de crianças brasileiras de 4 a 5 anos matriculadas na escola, por outro lado, é significativo