Notícia

16/03/2017 16:03:59 - Atualizado em 16/03/2017 16:03:59


Exploração sexual é recorrente em embarcações da Amazônia

Em entrevista à Rádio Nacional, juíza paraense premiada pelo CNJ lembra que luta contra esse crime precisa envolver toda a sociedade

 
O Tarde Nacional, programa da Rádio Nacional da Amazônia, abordou esta semana uma triste realidade da região: a exploração sexual de crianças e adolescentes. A entrevistada foi a juíza paraense Elinay Almeida Ferreira de Melo, da Justiça trabalhista de Belém (PA).
 
"Infelizmente, essa é uma situação frequente, por exemplo, na Ilha do Marajó. Há uma naturalização dessa situação". Por causa de uma sentença da magistrada, ficou proibida a entrada de menores nas embarcações de uma determinada empresa da região. A decisão chegou a ser premiada pelo Conselho Nacional de Justiça.
 
Ouça a entrevista clicando aqui.
 
 

Fonte: EBC


Deixe seu comentário

Login

Comentários (2)

Julio Fontoura

17 de Março de 2017 às 17:24:55
Julio Cesar Fontoura de souza
17 de Março de 2017 às 17:16:37
Queremos intensificar nosso apoio e participar das ações e divulgação do combate a exploração sexual de crianças e adolescente e exploração do trabalho infantil, sou atualmente coordenador da pasta institucional do Fórum colegiado nacional de conselheiros tutelares FCNCT e queremos "estreitar' a nossa participação junto ao FNPETI,
O FCNCT tem Representantes nos 27 estados e queremos estar informados das ações para futuras, ações em conjunto !

Julio Cesar Fontoura de souza

17 de Março de 2017 às 17:16:37
Queremos intensificar nosso apoio e participar das ações e divulgação do combate a exploração sexual de crianças e adolescente e exploração do trabalho infantil, sou atualmente coordenador da pasta institucional do Fórum colegiado nacional de conselheiros tutelares FCNCT e queremos "estreitar' a nossa participação junto ao FNPETI,
Nossos Contatos 51 32898418 comercial Celular 51993956943/ waths 51 999607730 Facebook Julio Fontoura

Destaques

Governo paralisa combate a trabalho infantil e escravo

Recursos acabaram na semana passada; entidades de defesa de direitos pedem audiência com ministro do Trabalho

Igreja é condenada a pagar R$ 100 mil a jovem por exploração de trabalho infantil durante 3 anos

Jovem trabalhava das 7h às 23h entre 2012 e 2015 em igreja em João Pessoa

Produção acadêmica contribui para enfrentar o trabalho infantil

Conheça trabalhos realizados por pesquisadores da Universidade Federal da Paraíba sobre inserção precoce no trabalho

Governo veta prioridade para metas do PNE no orçamento de 2018

Para FNPETI, decisão compromete a redução do trabalho infantil e agrava exclusão escolar